O Cartão Azul Internacional, emitido pelo Itaú, é um cartão básico que acumula pontos no programa TudoAzul a 1,4 ponto por dólar. Indicado para quem busca acumular milhas em compras do dia a dia e tem renda mínima de R$ 1.500. Ponto forte: acúmulo de pontos para viagens; limitação: anuidade comum e ausência de benefícios de viagem (sem sala vip e sem seguro).
Principais Benefícios
- Acúmulo de pontos (1,4 ponto por US$): todo gasto em dólar registra acúmulo para o TudoAzul — útil se você costuma resgatar passagens pela Azul; significa que suas compras podem se transformar em descontos ou passagens, dependendo de quanto e com que frequência você compra.
- Baixa barreira de entrada (renda mínima R$ 1.500, score Médio): na prática isso facilita a aprovação para quem tem renda modesta e histórico de crédito razoável, comparado a cartões premium que exigem rendas bem maiores.
- Bandeira Visa ou Mastercard: aceitação ampla nacional e internacional, o que facilita usar o cartão em mais estabelecimentos e acumular pontos consistentemente.
Requisitos
- Renda mínima: R$ 1.500 — significa que você precisa comprovar essa renda para solicitar.
- Score: Médio — perfil de crédito não elevado, o que tende a facilitar aprovação em comparação a cartões que exigem score alto.
Vantagens
- Acúmulo de pontos focado em viajantes que usam o TudoAzul (1,4 ponto/US$) — bom se você já voa Azul com alguma frequência.
- Acesso mais fácil para quem tem renda a partir de R$ 1.500 e score médio — combinação que amplia elegibilidade.
- Bandeiras Visa ou Mastercard garantem aceitação ampla, facilitando acumular pontos em compras do dia a dia.
Desvantagens
- Anuidade cobrada (12x de R$ 35,00 = R$ 420/ano): você paga uma quantia fixa todo ano mesmo sem benefícios adicionais; isso reduz o ganho líquido das milhas.
- Sem cashback: não há retorno em dinheiro nas compras, o que exclui uma forma direta de reduzir gastos mensais.
- Sem benefícios de viagem básicos: não oferece sala VIP nem seguro viagem — limita o valor para quem busca serviços de viagem incluídos.
- Juros do rotativo muito altos (até 15% ao mês): torna perigoso manter saldo devedor — a dívida pode crescer rapidamente se você pagar apenas o mínimo.
- Saques têm tarifa + juros: saques no exterior ou no país implicam custo adicional imediato e juros, tornando essa operação cara.
- Juros no parcelamento variáveis: parcelas podem ter juros dependendo da operação, o que aumenta o custo das compras parceladas.
Como Funciona
Você solicita o cartão pelo canal do Itaú (agência, internet ou app) e, uma vez aprovado, usa nas compras para acumular 1,4 ponto por dólar no programa TudoAzul. Na prática: cada compra em dólar (ou convertida) soma pontos que podem ser resgatados em passagens. A anuidade será cobrada em 12 parcelas de R$ 35,00. Evite deixar saldo no rotativo — os juros podem chegar a 15% ao mês — e considere pagar a fatura integral para que os pontos não saiam caros; saques têm tarifa e incidência de juros imediatos, por isso normalmente são desaconselháveis.
Conclusão
Vale a pena? Depende. Vale a pena se você já voa ou pretende voar pela Azul com alguma frequência e consegue pagar a fatura integralmente: assim, os pontos acumulados podem compensar parte da anuidade. Para quem tem renda a partir de R$ 1.500 e score médio, é relativamente fácil obter aprovação. Quando NÃO vale a pena: se você não aproveita o programa TudoAzul, prefere retorno em dinheiro (cashback) ou planeja parcelar/pagar menos do que a fatura — os juros de até 15% ao mês e a anuidade tornam o custo total alto. Em comparação com o mercado, o cartão fica na categoria básica: acumula milhas, mas oferece menos benefícios que cartões sem anuidade ou cartões de viagem que incluem salas VIP e seguros; portanto o trade-off é pagar anuidade por acúmulo de pontos sem serviços extras.
