O Cartão Azul Gold do Itaú é um cartão de crédito focado em acúmulo de pontos no programa TudoAzul e benefícios básicos para viagens. Indicado para quem quer transformar gastos em pontos para passagens, com custo de anuidade que pode ser evitado mediante gasto. Ponto forte: acúmulo de milhas; limitação clara: ausência de cashback e benefícios premium (por exemplo, salas VIP).
Principais Benefícios
- Acúmulo de pontos (1,7 a 2 pontos por dólar): transforma gastos em milhas úteis para resgatar passagens no TudoAzul — bom para quem costuma viajar e concentra despesas no cartão.
- Anuidade em 12x de R$ 44,00 com possibilidade de isenção mediante gasto: reduz o custo se você atingir a condição necessária (a anuidade deixa de pesar no orçamento quando a isenção é alcançada).
- Seguro viagem básico incluso: oferece cobertura inicial para viagens, reduzindo a necessidade de contratar um seguro extra em viagens curtas ou de menor risco.
- Bandeira Visa ou Mastercard: flexibilidade no aceite em estabelecimentos nacionais e internacionais, mantendo compatibilidade com programas de parceiros da bandeira.
- Emissor Itaú Unibanco: instituição grande, com canais consolidados de atendimento e possibilidades de integração com contas e serviços do banco.
Requisitos
- Renda mínima: R$ 2.500 — preciso para solicitar o cartão.
- Score: Médio — indica probabilidade razoável de aprovação, não exige score alto, mas também não é para perfis com score baixo.
Vantagens
- Acúmulo de milhas competitivo para um cartão Gold (1,7–2 pts/USD), vantajoso para quem fatura em dólar ou viaja com certa regularidade.
- Anuidade com possibilidade de isenção: pode sair de graça se você cumprir a condição de gasto, reduzindo o custo efetivo do cartão.
- Seguro viagem básico já incluso, agregando proteção sem custo adicional direto.
Desvantagens
- Sem cashback — você não recebe retorno financeiro direto sobre compras, o ganho é apenas em pontos.
- Sem salas VIP — ausência de benefícios premium em viagens para quem busca conforto em aeroportos.
- Juros altos no rotativo (até 15% ao mês) e parcelamento com juros entre 8%–14%: carregar saldo ou parcelar compras pode sair muito caro.
- Saque possui tarifa + juros + IOF — uso de crédito em dinheiro tem custo elevado e deve ser evitado.
Como Funciona
Para ter o cartão é preciso atender aos requisitos de renda (R$ 2.500) e ao perfil de crédito (score médio). Após a aprovação, suas compras acumulam entre 1,7 e 2 pontos por dólar gastos, que são creditados no programa TudoAzul — isso significa que quanto mais você concentrar gastos no cartão, maior será o acúmulo de milhas para resgatar passagens. A anuidade é cobrada em 12 parcelas de R$ 44,00, mas pode ser isenta se você cumprir a condição de gasto indicada pelo banco; isso reduz o custo fixo do cartão quando a isenção é atingida. Atenção às taxas e juros: sacar dinheiro no cartão implica tarifa + juros + IOF, e manter saldo no rotativo (não pagar a fatura integral) pode acarretar juros de até 15% ao mês. Parcelar compras também envolve juros (8%–14%), portanto o uso mais vantajoso é pagar a fatura integralmente e usar o cartão como ferramenta de acúmulo de pontos para viagens.
Conclusão
Vale a pena? Depende do seu perfil. Vale a pena se você costuma viajar com alguma frequência, consegue concentrar gastos no cartão e paga a fatura integralmente ou alcança a isenção da anuidade — nesse caso, você converte despesas em pontos úteis sem custo fixo alto. Para quem é: viajantes ocasionais a frequentes que priorizam milhas e têm renda a partir de R$ 2.500 e score médio. Quando NÃO vale a pena: se você prefere retorno em dinheiro (cashback), busca benefícios premium como salas VIP, costuma carregar saldo (juros rotativo de até 15% ao mês) ou faz saques com frequência (tarifa + juros + IOF). Em comparação com o mercado, posiciona-se como um cartão de milhas de nível médio — bom acúmulo de pontos, mas sem benefícios premium e sem cashback, exigindo disciplina para evitar os custos altos de juros.
